Sobre nós

Sobre nós

Iepé é o termo tradicionamente utilizado pelos grupos indígenas das Guianas para designar o amigo e parceiro de troca nas suas redes de intercâmbio.

Missão do Iepé

Contribuir para o fortalecimento cultural, político e para o desenvolvimento sustentável das comunidades indígenas em território brasileiro localizadas no Planalto das Guianas, visando o fortalecimento de suas formas de gestão comunitária e coletiva, para que os direitos dessas populações enquanto povos diferenciados sejam respeitados.

Nossos objetivos são valorizar e fortalecer:

modos de vida, formas de conhecimento e práticas locais indígenas, promovendo o diálogo intergeracional.

1.1. Valorização das redes de transmissão dos conhecimentos tradicionais indígenas, promovendo o diálogo intergeracional.

1.2. Fomentar a valorização de conhecimentos e práticas das mulheres indígenas e suas iniciativas de construírem redes de relações.

1.3. Fortalecimento de capacidades das organizações indígenas para a gestão de projetos relacionados à proteção territorial, ambiental e cultural e para a representação política de suas comunidades.

1.4. Formação de jovens homens e mulheres indígenas que contribua para seu posicionamento em relação à sociedade não indígena e em suas comunidades.

1.5. Fomentar a discussão, formulação, difusão e aplicação de protocolos de consulta que orientem as relações das comunidades indígenas com representantes do Estado.

redes e articulações interinstitucionais para a defesa de direitos socioambientais e para o desenvolvimento sustentável das áreas protegidas na região de atuação do Iepé.

2.1. Fomentar estratégias e ferramentas de gestão integrada para Terras Indígenas e outras Áreas Protegidas com vistas à efetividade do desenvolvimento sustentável na região.

2.2. Elaboração de estratégias para o enfrentamento das mudanças climáticas direcionadas à defesa da conservação da floresta e ao respeito pelos direitos dos povos indígenas e tradicionais.

2.3 Fortalecimento da gestão territorial e ambiental das Terras Indígenas em que o Iepé atua por meio da implementação de seus PGTA.

2.4. Monitoramento e influência positiva, a partir dos trabalhos desenvolvidos pelo Iepé, das políticas públicas indigenistas e ambientais.

2.5. Mapeamento de oportunidades para elaborar planos de negócios que integrem comunidades indígenas e tradicionais parceiras em cadeias produtivas e de comercialização.

O Iepé valoriza o respeito, como base de todos os relacionamentos, o diálogo, como o melhor instrumento das boas relações humanas, a cooperação e o espírito colaborativo diante dos desafios do dia-a-dia.

Nos últimos anos foram elaboradas políticas institucionais que orientam boas práticas na instituição, em que o Iepé se compromete com a proteção e promoção dos direitos de pessoas vulneráveis e busca a equidade de gênero. Essas políticas definem procedimentos para prevenir danos e indicam caminhos para responder adequadamente qualquer suspeita de violação. Com essas políticas o Iepé quer inspirar sua equipe, bem como outras pessoas, comunidades e instituições.

Conheça a Política de Proteção a Crianças, Adolescentes e Adultos em Situação de Vulnerabilidade e a Política para Promoção da Equidade de Gênero e Sexualidade do Iepé.

Equipe

Assembléia de sócios

Ana Paula Nóbrega da Fonte

Cássio Noronha Inglez de Sousa

Dafran Gomes Macário

Denise Fajardo

Décio Horita Yokota

Dominique Tilkin Gallois

Helder Rocha de Souza

Helena Lúcia de Oliveira Sábato

Juliana Rosalen

Lúcia Hussak van Velthem

Lúcia de Queiróz Ferreira Szmrecsányi

Luis Donisete Benzi Grupioni

Lux Boelitz Vidal

Maria Bernadette Arantes Nogueira Franceschini

Marina da Silva Kahn

Ruben Caixeta de Queiroz

coordenação executiva

Antropólogo, com mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi fundador e pesquisador do Mari – Grupo de Educação Indígena da USP, de 1988 a 2002, e é pesquisador associado ao Núcleo de História Indígena e do Indigenismo da USP (NHII-USP). Foi assessor do Ministério da Educação para a política nacional de educação indígena (1999-2002), consultor contratado pelo PNUD para assessorar o Ministério da Educação com as ações de educação indígena (2005-2006) e pela Unesco (2007) para assessorar o Conselho Nacional de Educação (CNE). Realizou pesquisa de campo entre os Bororo (MT), Zo’é (PA), Tiriyó e Katxuyana (AP/PA). Foi curador de várias exposições etnográficas e fotográficas sobre os povos indígenas no Brasil, no Brasil e no exterior, entre as quais destacam-se: Índios no Brasil (São Paulo, 1992), Artes Indígenas na Mostra do Redescobrimento (São Paulo e Rio de Janeiro, 2000), Amazônia, Native Traditions (Pequim, 2004), Brésil Indien (Paris, 2005), A arte da transformação: máscaras e rituais indígenas (Brasília, 2006). É autor do livro Coleções e Expedições Vigiadas (1997), dos livros infantis Juntos na Aldeia e Viagem ao Mundo Indígena (1996), e co-organizador das coletâneas A Temática Indígena na Escola (1995), Povos Indígenas e Tolerância (2001) e Formação de Professores Indígenas: repensando trajetórias (2006). É organizador dos catálogos Índios no Brasil (1992), A Carta de Pero Vaz de Caminha (2002), Amazônia, Native Traditions (2004) e Brésil Indien: les arts des amérindiens au Brésil (2005). Sua dissertação de mestrado recebeu o prêmio de melhor dissertação na área de Ciências Sociais em 1996 conferida pela Associação Nacional de Pesquisa em Ciências Social, Anpocs, em 1997. É Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito Educativo, desde 2002, por indicação da Presidência da República.

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Economista formado pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP). Analista de sistema com experiência de trabalho em grandes empresas. Experiência em agroecologia em comunidades de agricultores, tendo trabalhado na ONG Oca Brasil no Cerrado de Goiás, na Escola Agrotécnica Federal de Ceres em Goiás e na associação de agricultores Cooperafloresta no Vale do Ribeira em São Paulo. Faz parte do Iepé desde 2007.

Setor administrativo-financeiro

Economista formado pela Fundação Santo André (FAECO/FSA), Especialização pela Fundação Getúlio Vargas (EESP/FGV) e Mestrado em Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo (EACH/USP). Desde 2008 atua na gestão de organizações do terceiro setor como Fundação Osesp, Associação Pró-Dança, Instituto GPA entre outros.

Formada em Ciências Contábeis e graduanda do curso de Administração. Trabalha na coordenação administrativa do Instituto de Pesquisa e Formação em Educação Indígena – Iepé desde 2002, sendo de sua responsabilidade o acompanhamento administrativo e contábil de todos e projetos e auditoria das contas.

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Administração: UNIP – Cursando

Experiência Profissional 12/2005 a 7/2008
Fidelity BPO – Auxiliar Administrativa
Atuação na área administrativa, atendimento ao cliente, preparação e análise de contratos, limpeza e indexação de imagens.

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Programa Wajãpi

Cientista social formada pela Universidade de São Paulo (USP), com curso não concluído de mestrado em Antropologia Social pela mesma instituição. Atua há 18 anos com populações indígenas da Amazônia Legal, acumulando experiências com instituições governamentais, pesquisa acadêmica e organizações não-governamentais, nos estados do Acre e Amapá, em atividades de saúde, educação e cultura. Desde 1999 é coordenadora do Programa de Educação Wajãpi, iniciado no CTI (1999-2003) e hoje funcionando pelo Iepé, além de coordenar o projeto Plano de Ação para a Salvaguarda do Conhecimento Tradicional, Oral e das Expressões Gráficas dos Wajãpi do Amapá, desenvolvido pelo Iepé em parceria com a Unesco. Foi chefe da Unidade Antropológica do Núcleo de Educação Indígena da Secretaria de Estado de Educação do Amapá (1998) e assessora antropológica da Equipe de Saúde do Alto Juruá, do Projeto de Saúde Povos Indígenas do Vale do Juruá – Acre (Health Unlimited – União das Nações Indígenas do Acre e Sul do Amazonas – UNI-AC) (1992-1994).

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Programa Oiapoque

Possui graduação em Arts pela Sarah Lawrence College (1951) , mestrado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1972) e doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1973) . Professora Emérita da Universidade de São Paulo.

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Programa Tumucumaque

Antropóloga, com doutorado em Antropologia Social/Etnologia Indígena pela Universidade de São Paulo (2002), com base em pesquisas realizadas na região do Escudo das Guianas, junto aos povos Tiriyó e Katxuyana, no Parque Indígena do Tumucumaque, extremo norte do Pará/fronteira com Suriname. É sócia-fundadora do Iepé (2002) onde coordena o Programa Tumucumaque deste 2005. Paralelamente, realizou pós-doutorado na USP de 2008 a 2012, onde exerceu atividade docente e de pesquisa, com apoio da FAPESP. No âmbito do Iepé, desde 2012, coordena trabalhos de cunho indigenista junto aos povos de origem Karib que vivem na região norte do Pará e divisas com Amapá, Amazonas e Roraima. Publicou artigos nas coletâneas Redes de Relações nas Guianas (2005); Antropologies of Guayana (2009); Os outros dos outros: relações de alteridade na etnologia sul-americana (2011). É autora do livro Arte Visual dos Povos Tiriyó e Kaxuyana (2009), e co-autora dos livros Povos Indígenas no Amapá e Norte do Pará (2009) e Entre Águas Bravas e Mansas (2015)

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Antropóloga, doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, UFRJ (2019), onde integra o Laboratório de Inovações Ameríndias – LINA. Desenvolveu pesquisas de mestrado e doutorado junto a povos indígenas no noroeste do Pará, os Waiwai, Katwena e Tunayana, acumulando experiência na região desde o ano de 2007. Integrou equipes de programas desenvolvidos por organizações governamentais e não-governamentais junto a outros povos indígenas da Amazônia Legal, entre os anos de 2010 e 2014, na região do rio Xingu. Desde 2015 contribuía pontualmente com o Programa Tumucumaque/Iepé, na elaboração do Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) e do Protocolo de Consulta Prévia, Livre e Informada de Terras Indígenas do Complexo Trombetas, até passar a integrar a equipe, em julho de 2020. Atualmente atua com foco na porção paraense do Complexo Trombetas, nas agendas em curso na região, e assessora as Associações APIM, APITMA e AMIRMO. 
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Antropóloga com Mestrado (2019) em Antropologia Social pela USP. Em 2012, iniciou pesquisa acadêmica junto aos povos indígenas do Complexo Tumucumaque. No Programa Tumucumaque/Iepé, atua com foco no Tumucumaque Leste e Oeste, em atividades ligadas aos Planos de Gestão Territorial e Ambiental das terras indígenas da região, formação de jovens, na assessoria às mulheres indígenas, e nas demais agendas deste Programa, do qual é integrante desde 2016.

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Antropólogo, com mestrado pela UFRJ. Atua como assessor indigenista no Programa Tumucumaque junto à APIW (Asociação dos Povos Indígenas Waiwai) e nas agendas do Programa que estão em andamento na porção roraimense do Complexo Trombetas. Integra o PTMC desde 2017.

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Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha – UFVJ (2012). Atua como assessor indigenista do Programa Tumucumaque/Iepé, desenvolvendo atividades de fortalecimento do Manejo dos Recursos Naturais e relacionadas ao processo da organização e gestão territorial das Terras Indígenas Parque do Tumucumaque e Rio Paru d’Este. Integra este Programa desde julho de 2017.

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Mestrando em Ciências da Sociedade, na UFOPA. Atuou na Funai, junto à Coordenação Geral de Índios Isolados e de Recente Contato (CGIIRC). Com experiência na temática de Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato, tem realizado trabalhos em quase todas as regiões da Amazônia no Brasil. No Programa Tumucumaque conduz agendas relacionadas à TI Kaxuyana-Tunayana, na região dos rios Trombetas/Cachorro, e assessora a AIKATUK (Associação Indígena Kaxuyana, Tunayana, Kahyana). Integra este Programa desde 2018.

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Bacharel em História pela UFF, possui formação complementar em Cinema, com foco na produção de Filmes Etnográficos. Atualmente compõe a equipe do Programa Tumucumaque, dedicando-se a assessorar a Associação de Produtores Indígenas – ASPROINDIO (ex-CGPH/Conselho Geral do Povo Hexkaryana), bem como a condução de atividades na região do rio Nhamundá, no Complexo Trombetas. Integra o PTMC desde 2017.

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Graduada em Pedagogia (2011). Integra o Programa Tumucumaque desde 2007, onde atua na organização logística das atividades mais diretamente relacionadas ao Complexo Tumucumaque.

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Graduada em Gestão de Recursos Humanos (2012) pela Faculdade de Tecnologia do Amapá (FTA/AP). Executa o apoio logístico necessário para a implementação de todas as atividades do Programa que precisam ser conduzidas a partir de Santarém. Integra o Programa Tumucumaque desde 2010.

[email protected]

Graduada em História pela UNIFAP. Tem como principal incumbência a assessoria à APIWA (Associação dos Povos Indígenas Wayana e Aparai) e APITIKATXI (Associação dos Povos Indígenas Tiriyó, Katxuyana e Txikiyana) em Macapá/AP. Integrando o Programa Tumucumaque desde janeiro de 2020.

[email protected]pe.org.br

Graduanda em Pedagogia. É responsável pela organização (física e digital) das documentações geradas nas atividades e projetos em geral, e realiza apoios na preparação dos boletins mensais, publicações e atividades em geral. Integra o Programa Tumucumaque desde janeiro de 2019.

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Programa Zo’é

Doutora em Antropologia Social pela USP onde é professora desde 1985. Coordenou o Centro de Estudos Ameríndios da USP (CEstA) – antigo Núcleo de História Indígena e do Indigenismo (NHII) – onde dirige pesquisas com enfoque nos seguintes temas: tradições orais e cosmologias ameríndias, relações interétnicas e políticas indígenas, patrimônio cultural e etnoconhecimentos. Pesquisadora e assessora dos Wajãpi desde 1977 e primeira coordenadora do Programa Wajãpi, sob gestão do Centro de Trabalho Indigenista de 1992 a 2000. Pesquisa entre os índios Zo’é, norte do Pará. Assessora órgãos públicos e organizações não governamentais em programas voltados ao desenvolvimento sustentável de comunidades indígenas. Autora dos livros Migração, Guerra e Comércio: os Waiãpi na Guiana (FFLCH-USP, 1986), Mairi Revisitada (NHII, 1993), co-autora do livro Povos Indígenas no Amapá e norte do Pará (Iepé, 2003) e organizadora de Redes de relações nas Guianas (Humanitas, 2005) e Patrimônio Cultural Imaterial e Povos Indígenas (Iepé, 2006). Foi curadora da exposição Tempo e espaço na Amazônia: os Wajãpi (Museu do Índio/Funai, 2002).

E-mail: [email protected]

RCA: Rede de Cooperação Amazônica

Antropólogo, com mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi fundador e pesquisador do Mari – Grupo de Educação Indígena da USP, de 1988 a 2002, e é pesquisador associado ao Núcleo de História Indígena e do Indigenismo da USP (NHII-USP). Foi assessor do Ministério da Educação para a política nacional de educação indígena (1999-2002), consultor contratado pelo PNUD para assessorar o Ministério da Educação com as ações de educação indígena (2005-2006) e pela Unesco (2007) para assessorar o Conselho Nacional de Educação (CNE). Realizou pesquisa de campo entre os Bororo (MT), Zo’é (PA), Tiriyó e Katxuyana (AP/PA). Foi curador de várias exposições etnográficas e fotográficas sobre os povos indígenas no Brasil, no Brasil e no exterior, entre as quais destacam-se: Índios no Brasil (São Paulo, 1992), Artes Indígenas na Mostra do Redescobrimento (São Paulo e Rio de Janeiro, 2000), Amazônia, Native Traditions (Pequim, 2004), Brésil Indien (Paris, 2005), A arte da transformação: máscaras e rituais indígenas (Brasília, 2006). É autor do livro Coleções e Expedições Vigiadas (1997), dos livros infantis Juntos na Aldeia e Viagem ao Mundo Indígena (1996), e co-organizador das coletâneas A Temática Indígena na Escola (1995), Povos Indígenas e Tolerância (2001) e Formação de Professores Indígenas: repensando trajetórias (2006). É organizador dos catálogos Índios no Brasil (1992), A Carta de Pero Vaz de Caminha (2002), Amazônia, Native Traditions (2004) e Brésil Indien: les arts des amérindiens au Brésil (2005). Sua dissertação de mestrado recebeu o prêmio de melhor dissertação na área de Ciências Sociais em 1996 conferida pela Associação Nacional de Pesquisa em Ciências Social, Anpocs, em 1997. É Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito Educativo, desde 2002, por indicação da Presidência da República.

E-mail: [email protected]

Parceiros

organizações indígenas

AMIM

Associação das Mulheres Indígenas em Mutirão

AMIRMO

Associação das Mulheres Indígenas da Região do Município de Oriximiná

APIW

Associação do Povo Indígena Waiwai

APIM

Associação dos Povos Indígenas do Mapuera

APITIKATXI

Associação dos Povos Indígenas Tiriyó, Katxuyana, Txikiyana

APIWA

Associação dos Povos Indígenas Wayana e Aparai

AIKATUK

Associação Indígena Katxuyana, Tunayana, Kahyana

AWATAC

Associação Wajãpi Ambiente, Terra e Cultura

Apina

Conselho das Aldeias Wajãpi

CCPIO

Conselho de Caciques dos Povos Indígenas do Oiapoque

APITMA

Associação dos Povos Indígenas Trombetas-Mapuera

CCLTKT

Conselho de Caciques e Lideranças Tiriyó, Katxuyana e Txikiyana

CGPH

Conselho Geral do Povo Hexkaryana

Financiadores

Moore

Gordon and Betty Moore Foundation

RFN

Rainforest Foundation - Noruega

TNC

The Nature Conservancy