Os povos indígenas que habitam o Amapá, o norte do Pará e as regiões de divisa com os estados do Amazonas e de Roraima possuem culturas, línguas e modos de vida próprios. Apesar dessa diversidade, há registros de que, há pelo menos 300 anos, eles mantêm relações de troca, convivência, comércio, alianças políticas, casamentos e práticas rituais compartilhadas, construindo uma história comum.
A exposição procurou escapar dos conceitos de “cultura” e “natureza”, ou ainda de “luta” e “ancestralidade” que, segundo ela, mais generalizam do que explicam. Organizada em banners com fotografias e textos breves, a mostra é escrita em primeira pessoa do plural, criando a sensação de uma conversa direta com os próprios indígenas, que compartilham suas formas de viver, pensar e se relacionar com o território.
A exposição foi inaugurada na Universidade Federal do Amapá (Unifap), em Macapá-AP. A mostra é itinerante e, após Macapá, segue deve seguir para o Museu Kuahí dos Povos Indígenas, no Oiapoque-AP.
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