
Plano de Ação Nacional Ouro sem Mercúrio avança sem a participação efetiva dos povos indígenas
Governo brasileiro ignora recomendações da Convenção de Minamata ao não ouvir populações diretamente afetadas pela contaminação por mercúrio

Governo brasileiro ignora recomendações da Convenção de Minamata ao não ouvir populações diretamente afetadas pela contaminação por mercúrio

Metade dos indivíduos analisados apresentam nível alto de contaminação, que se dá por meio da ingestão de peixes contaminados pelo mercúrio dos garimpos ilegais

O relatório apresenta os resultados das análises de mercúrio em amostras de cabelo coletadas entre os indígenas do Oiapoque. Foram coletadas 192 amostras de indígenas

Representantes do Iepé e da Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (AMIM) estiveram em Genebra reforçando a necessidade de que o governo federal escute os povos indígenas para criar seu plano de ação nacional para o garimpo de ouro

Segundo Julio Ye’kwana, as crianças ainda estão morrendo de malária e desnutrição mesmo depois de o governo brasileiro ter declarado crise de saúde pública na Terra Indígena Yanomami. Representantes da ONU se pronunciaram prontamente e cobraram medidas do Brasil.

A atividade garimpeira ilegal na região do Lourenço, dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, cresceu 304% no período de um ano.

Amostras foram coletadas em importantes feiras e mercados do Norte. Nos casos mais críticos, a ingestão de mercúrio, tradicionalmente utilizado em garimpos, pode ser até 31,5 vezes superior ao recomendado pela OMS

Em cumprimento à Convenção de Minamata, órgãos públicos, entidades e sociedade civil estiveram reunidos nos dias 5 e 6 de setembro para discutir políticas públicas no XIV Encontro da Rede Amazônica de Direitos Humanos.

Mulheres analisadas vivem próximas a garimpos e se alimentam de peixes da região. Os índices de mercúrio são três vezes mais altos do que o recomendado pelas agências de saúde

Garimpos são responsáveis por contaminar rios e peixes devido ao mercúrio. Vídeos falam de como evitar essa contaminação a partir da alimentação

Governo brasileiro ignora recomendações da Convenção de Minamata ao não ouvir populações diretamente afetadas pela contaminação por mercúrio

Metade dos indivíduos analisados apresentam nível alto de contaminação, que se dá por meio da ingestão de peixes contaminados pelo mercúrio dos garimpos ilegais

O relatório apresenta os resultados das análises de mercúrio em amostras de cabelo coletadas entre os indígenas do Oiapoque. Foram coletadas 192 amostras de indígenas

Representantes do Iepé e da Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (AMIM) estiveram em Genebra reforçando a necessidade de que o governo federal escute os povos indígenas para criar seu plano de ação nacional para o garimpo de ouro

Segundo Julio Ye’kwana, as crianças ainda estão morrendo de malária e desnutrição mesmo depois de o governo brasileiro ter declarado crise de saúde pública na Terra Indígena Yanomami. Representantes da ONU se pronunciaram prontamente e cobraram medidas do Brasil.

A atividade garimpeira ilegal na região do Lourenço, dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, cresceu 304% no período de um ano.

Amostras foram coletadas em importantes feiras e mercados do Norte. Nos casos mais críticos, a ingestão de mercúrio, tradicionalmente utilizado em garimpos, pode ser até 31,5 vezes superior ao recomendado pela OMS

Em cumprimento à Convenção de Minamata, órgãos públicos, entidades e sociedade civil estiveram reunidos nos dias 5 e 6 de setembro para discutir políticas públicas no XIV Encontro da Rede Amazônica de Direitos Humanos.

Mulheres analisadas vivem próximas a garimpos e se alimentam de peixes da região. Os índices de mercúrio são três vezes mais altos do que o recomendado pelas agências de saúde

Garimpos são responsáveis por contaminar rios e peixes devido ao mercúrio. Vídeos falam de como evitar essa contaminação a partir da alimentação